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Poesia de André Medulla

  • André Medulla
  • 27 de jun. de 2016
  • 1 min de leitura

Melancolia dos dias de chuva; o repouso a se estender até o cair da noite: sonhos cheios de coisas quebradas, revoltas invisíveis.

As fogueiras acesas, resistentes ao tempo que fecha, do céu acinzentado que carrega, um estio sempre é bom.

Olhos que pesam, de fazer-se madrugada e o espírito junino nas cinzas da modesta fogueira, de um sol retraído, do milho cozinhado esperando na panela.

Melancolia dos dias de chuva, do frio entre os lençóis, do forró arrasta-pé degustando as horas, dos desejos de mar.

Eram tempos como este em que podíamos andar sob a chuva e os raios de sol entravam pelas frestas da janela e a vigília tinha o calor, silencioso, da carne, dos olhos a preceder as manhãs que se anunciavam. Fim da conversa no bate-papo Enviada por dispositivo móvel

 
 
 

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